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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Operação Big Hero | Considerações sobre 2.0

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A Walt Disney Animation Studios surpreende mais uma vez, com . . .


Após, Frozen - Uma Aventura Congelante (2013), a Disney prova sem grandes esforços, o que já sabemos: não é atoa que estamos neste ramo há todo esse tempo. Há um tempo atrás, escrevi sobre Operação Big Hero, agora, vamos mais afundo no longa-metragem para conhecer ainda mais o desenho animado, nessas Considerações 2.0

Se você ainda não assistiu ao longa, deixarei o trailer da animação, logo aqui abaixo, a matéria está cercado por spoilres sobre Operação Big Hero, então, recomendo assistir ao filme antes de iniciar a leitura desta Considerações sobre 2.0.


            

Em um longa-metragem de animação, são poucos os estúdios que conseguem, de maneira clara e sem forçar, colocar na tela um filme com traços de acontecimentos pouco utilizados em filmes de animação. Falar sobre perdas, morte e superação em um filme infantil, tudo isso sem perder o jogo de cintura, não e qualquer um, é a Walt Disney.

Misturando ação, superação e momentos de diversão, a um grande longa-metragem de animação e voi la: temos Operação Big Hero (2014).

Sem sombras de dúvidas, este longa-metragem realça ainda mais o por que da Disney, ser um nome tão forte no mercado do entretenimento, por todos esses anos.

Operação Big Hero é um filme futurista, com a base da tecnologia bastante viva nos personagens, tudo isso aos olhos do pequeno Hiro Hamada, de 14 anos de idade, uma criança com talento espantoso sobre tecnologia, da pequena cidade de San Fransokyo (cidade fictícia, criada pela Disney, numa mistura de São Francisco com Tokyo), onde ocorre toda a história de Operação Big Hero.

Hiro perdeu seus pais, aos 3 anos de idade, quando ainda era muito novo, ele vive com sua tia, Cass, e seu irmão mais velho, Tadashi Hamada. Um dos seus grandes mentores, alguém com quem ele sabe que pode confiar, que o tira das furadas de vez em quando e é de fundamental importância para o crescimento de Hiro.

Assim como todos, lidar com a perda daqueles que tanto amamos é algo extremamente difícil, para Hiro, embora muito inteligente, se torna ainda mais doloroso. . .

Ao conhecer o Centro de Robótica do Instituto de Tecnologia de San Fransokyo, lugar onde Tadashi, estuda e trabalha, Hiro se torna ainda mais incentivado, principalmente a entrar. Na escola, ele conhece Go Go Tamago, Wasabi, FredHoney Lemon - amigos de Tadashi. Para tal feito, Hiro precisa apresentar um trabalho a altura para o professor Callaghan, sendo assim, tem a oportunidade, caso impressione o professor, de entrar na escola. 

Depois de tantas tentativas, ele segue o conselho de Tadashi e começa a olhar por um novo ângulo. Adapta os microbôs e, faz a apresentação da sua nova tecnologia. Contudo, a criação se vira contra o criador quando exposto aos olhos da ganância. Neste momento, temos um momento de extrema reviravolta para Hiro.

Após sua apresentação, o prédio está cercado por um incêndio e dentro dele ainda se encontra o mentor de Tadashi, o professor Callaghan. Ao saber, Tadashi entra no prédio, para salva-lo, no entanto, o prédio explode e Tadashi perde a vida.


Para Hiro, uma perda inestimável. . . 

E aí, que conhecemos melhor um outro personagem, que deixei para falar dele agora, propositalmente, me perdoem - estou me referindo ao Baymax.

O robô médico, Baymax, criado por Tadashi, antes de vir a falecer, e uma peça fundamental no desenvolvimento do longa e é de grande importância para Hiro.

Baymax rendeu muitas tentativas de Tadashi, muitos erros ocorreram até o robô está completo e como Tadashi, realmente, queria.

Tadashi permaneceu por pouco tempo no longa-metragem, porém, o pouco tempo que ele permaneceu em cena, mostrou a todos o tanto que ele se preocupa com as pessoas e, principalmente, com seu irmão mais novo o Hiro. Baymax, diz muito sobre seu criador.

O personagem se torna o centro principal de todo o filme, em cenas muito boas, hilariantes e emocionantes. Ele acaba por ocupar o vazio deixado pelo seu criador, ajudando-o a superar o fato triste que aconteceu a Hiro, sua família e amigos.

Para encerrar, os personagens de Operação Big Hero, são muito bem trabalhados. A história do longa é cercado por perdas, o filme em si, se conclui com um roteiro elevado e tudo muito bem explicado. Cenas de tirar o fôlego, gargalhadas e até momentos de perseguição, como nos filmes de Tom Cruise, em Missão Impossível. 

Tudo flui de forma leve, embora, como tido acima cercado por perdas, não o torna um filme de animação pesado. As músicas muito bem escolhidas torna os momentos ainda mais eufórico, como na cena de perseguição, deixando tudo mais divertido. O elenco de voz é sincronizado entre si, falar sobre dublagem é sempre um incômodo, pois agrada alguns, desagrada outros, entretanto, não é algo que eu venha a não gostar no longa-metragem.

Essa é a estrutura que mantém a história de Operação Big Hero, lidar com perdas, valorizar o conforto, abraços e, os momentos de diversão que os nossos amigos nos proporcionam. Nem todos sabemos superar um obstáculo, porém, quando olhamos por um novo ângulo, podemos ver que nenhum problema é grande demais que não tenha sequer uma solução. Embora, nunca estamos preparados para perder aqueles que tanto amamos, tudo que precisamos saber, e que eles estarão sempre conosco.

Um filme bastante recomendado.

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